
A imagem de uma mulher, rezando pedindo Paz.
Em abril de 1975, as tensões explodiram numa guerra civil que opõe uma coalização druso-muçulmana (aliada dos palestinos) a uma aliança maronita cristã de direita. O exército libanês fragmenta-se em facções rivais, e o governo fica sem condições de funcionar (governar). Em 1976 diante da vitória do bloco de esquerda, a Síria invade o País, para defender os cristãos, mas a aliança destes com Israel leva os sírios a mudar de lado. Durante o conflito, a Síria vai mudando de lado várias vezes.E passam a dominar o território e as instituições libanesas.

O sonho de Iasser Arafat, era ter um território, em que todos os povos pudesse compartilhar da Paz.
Acordo de Paz
Em 1985, sob o patrocínio sírio, as três facções militares libanesas - a milícia drusa, a Amal (xiita) e a Falange (cristã) assinam em Damasco um acordo de Paz. O pacto é boicotado em Hezbollah(forças xiitas apoiadas pelo Irã), pela Marubitum (milícias muçulmanas sunitas) e por setores da comunidade cristã. Em outubro de 1989 a Assembleia Nacional Libanesa, reunida em At Ta'if, na Arábia Saudita, aprova o tratado de Paz, que determina a participação do governo em pé de igualdade, cristão, muçulmano sunita, muçulmanos xiitas. Mas o General Michel Aoun rejeitou o acordo e se auto proclamou Presidente da República. Tendo iniciado combates que só terminaram em outubro de 1990.
A Síria consolidou o seu domínio sobre o Líbano. Todas as milícias foram desarmadas menos a que atuam no Sul, o Hezbolla continuou a combater as tropas israelenses. Tee uma questão de terra envolvendo o Líbano e a Síria. Hoje a um movimento querendo a criação do Estado Palestino.
O fato é que guerra é bom pra quem fabrica armamento e que pode com isto ter um bom Natal, pra quem mata e quem morre é só estupidez. E desculpe-me quem pensa diferente.
Manoel Messias Pereira
professor, cronista, poeta
Membro da Academia de Letras do Brasil -ALB
São José do Rio Preto -SP.
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